quinta-feira, 9 de julho de 2009

As Origens do Paganismo


Pagão é uma expressão que no Ocidente, especialmente entre pessoas religiosas, costuma se empregar para qualificar pessoas que têm crenças religiosas diferentes do judaísmo, cristianismo ou islamismo. Um termo diferente é o de "infiel", que principalmente na religião católica e islâmica designa a todos aqueles que não compartilham sua religião, incluindo às pessoas ateias.

Etimologicamente, prove do latim paganus, que literalmente significa: homem do campo, camponês, aldeão. O termo procede da época imperial romana, na que o cristianismo se converteu em religião oficial do Império e foi utilizado para denominar e perseguir às antigas religiões européias.

Os "infieis" se diferenciavam dos hereges, devido ao fato de que, aos primeiros desconheciam a religião cristã ou não lhes tinha sido apresentada adequadamente. Os hereges, em mudança são cristãos que discrepam de certos elementos de fé que outros cristãos consideram como fundamentais em sua religião. Por exemplo, os católicos consideravam tradicionalmente como hereges aos cristãos que não compartilham, em todo ou em parte, o conjunto de dogmas aceitados pela Igreja Católica, como os membros das diversas denominações protestantes, unitarios, mormones, etc.

Em uma nota ao final do capítulo XXI da Decadência e Queda do Império Romano, Edward Gibbon rastreia a origem e uso da palavra “pagão”.

A ideia que agora é comum na literatura de que os adoradores dos antigos deuses começaram a ser chamados pagãos quando seu culto tinha desaparecido das cidades e tinha tomado refúgio nos povos (pagi), é inexata. Os decretos imperiais contra a antiga religião fala de seus devotos como pagãos no ano 365 d. C., quando eles eram ainda a grande maioria nas cidades romanas; e a mesma palavra no sentido de “pueblerinos” (pagãos) usou-se no mínimo desde o primeiro século de era cristã.

A etimología se emparenta diretamente com o termo "pagus" (povo), do qual hoje se segue usando pagamento, como sinônimo do povo de origem, ou o povo onde habita uma pessoa.

Tácito e Juvenal indicam que em seu tempo começou a ser aplicada àqueles –geralmente camponeses- que não eram chamados para o serviço militar e não tomavam o juramento militar (sacramentum). Já que os cristãos consideravam-se a si mesmos os soldados de Cristo, tomaram prestada a palavra “sacramento”, e chamaram àqueles que não tomavam seu juramento “pagãos”, do mesmo modo que antes se chamava àqueles que não faziam o juramento para o serviço militar. Assim o assinala Tertuliano em De Coroa Militis, X. Os cultos politeístas perduraram mais nos povos, mas no quarto século, quando a palavra “pagão” era usada no sentido que se usa hoje, as cidades eram lugares onde os deuses da Grécia e Roma ainda eram fortes. Juan Crisóstomo diz, em um sermão do ano 385 D.C., que os cristãos eram somente um quinto da população de Antioquia, e há ampla evidência de que o mesmo sucedia em Roma.

O termo pagão e seus equivalentes em outros idiomas também têm sido utilizados por correntes cristãs para designar a outras que se definem como cristãs mas conservam cultos sincréticos que recordam ao paganismo. Por exemplo, na Igreja de Bizancio os iconoclastas consideravam paganismo o culto às imagens dos iconodulas. Para alguns; poucos mas certos teólogos e propagandistas protestantes o culto aos santos da Igreja Católica de Roma é paganismo. Igualmente, alguns eclesiásticos católicos europeus qualificavam como pagãs ou segundo quais semi-pagãs práticas sincréticas dos nativos americanos ou asiáticos evangelizados.

Durante séculos os textos que utilizam este termo são principalmente cristãos. No entanto, desde o século XIX, o desenvolvimento de um ocultismo ilustrado na civilização ocidental tem levado a que alguns cultos se definissem a si mesmos como pagãos e recuperem antigas tradições pagãs européias. É o que às vezes se chama Neopaganismo.

Ainda que o termo pagão tenha sido usado para referir às religiões politeístas como o hinduismo, o animismo, o Vudú e as religiões afroamericanas, o chamanismo amerindio, o shinto, a religião tradicional chinesa, e erroneamente até ao budismo (o qual em realidade não adora a nenhum deus), o verdadeiro é que estas comunidades religiosas muito freqüentemente preferem outros termos. Os seguidores do neopaganismo são dos poucos grupos religiosos que se autoproclamam orgulhosamente como pagãos.
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A Bruxaria


A crença na bruxaria é comum em numerosas culturas desde a mais remota antiguidade, e as interpretações do fenômeno variam significativamente de uma cultura para outra. No ocidente cristão, a bruxaria relacionou-se frequentemente com a crença no Diabo, especialmente durante a Idade Moderna, em que se desatou na Europa uma obsessão pela bruxaria que desencadeou numerosos processos e execuções de bruxas (o que se denomina "caça as bruxas"). Algumas teorias relacionam a bruxaria européia com antigas religiões pagãs.

Este é o conceito mais frequente do termo "bruxa", desde o século XX o termo tem sido reivindicado por seitas ocultistas e religiões neopagãs, como a Wicca, para designar a todas aquelas pessoas que praticam verdadeiro tipo de magia, seja esta maléfica (magia negra) ou benéfica (magia branca), ou bem aos adeptos de uma determinada religião.

Na antigas Grécia e Roma, estava estendida a crença na magia. Existia, no entanto, uma clara distinção entre diferentes tipos de magia segundo sua intenção. A magia benéfica com freqüência realizava-se publicamente, era considerada necessária e inclusive existiam servidores públicos estatais, como os augures romanos, encarregados desta atividade. Em mudança, a magia realizada com fins maléficos era perseguida. Atribuía-se geralmente a magia maléfica a feiticeiras (em latim: maleficae).

Segundo os textos clássicos, cria-se destas feiticeiras que tinham a capacidade de se transformar em animais, que podiam voar de noite e que praticavam a magia tanto em proveito próprio como por encargo de terceiras pessoas. Dedicavam-se preferencialmente à magia erótica, ainda que também eram capazes de provocar danos, tais como doenças ou tempestades. Reuniam-se de noite, e consideravam como suas protetoras e invocavam em seus conjuros a deusas como Hécate, Selene e Diana.

Provavelmente as bruxas mais conhecidas da literatura clássica são duas personagens mitológicos, Circe e Medea. As habilidades mágicas de ambas residem sobretudo em seu domínio das pócimas ou filtros mágicos (phármakon, em grego). Medea, que se apresenta a si mesma como adoradora de Hécate, se converteu no arquetipo da feitiçaria nas literaturas grega e romana. Há menções de bruxas nas obras de Teócrito, Horacio, Ovidio, Apuleyo, Lucano e Petronio, entre muitos outros.

Bruxaria e Cristianismo

A atitude do cristianismo a respeito de algumas práticas mágicas, tais como a astrologia ou a alquimia, foi em certos momentos ambigua, a condenação da bruxaria foi explícita e inequívoca desde os começos da religião cristã. Na Alta Idade Média várias leis condenaram a bruxaria, baseadas tanto no exemplo do direito romano como na vontade de erradicar todas aquelas práticas relacionadas com o paganismo. No entanto, a atitude eclesiástica não parece ter sido muito beligerante durante a primeira metade da Idade Média.

A situação mudou quando a Igreja começou a perseguir as heresias cátaras e valdenses. Ambas concediam uma grande importância ao Demônio. Para combater estas heresias foi criada a Inquisição pontificia no século XIII. No século seguinte começam a aparecer nos processos por bruxaria as acusações de pacto com o Diabo, o primeiro elemento determinante no conceito moderno de bruxaria.
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Leia também:


- Malleus Maleficarum - O Martelo das Bruxas
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A Pedra Filosofal


Segundo a alquimia a pedra filosofal é uma substancia que teria propriedades extraordinárias, como a capacidade de transformar qualquer metal em ouro.


Suas supostas origens parecem estar em uma antiga teoria que propõe analisar os elementos Aristotélicos atendendo a suas quantro "qualidades básicas": calor, frio, seca e humidade. O fogo seria quente e seco, a terra fria e seca, a agua fria e húmida e o ar quente e húmido. Mas a teoria ainda propõe que cada metal é uma combinação desses quatro princípios. Dessa teoria resulta o fenômeno da transmutação, ou seja, a mudança da natureza de um elemento em função da mudança de suas qualidades.


A pedra filosofal junto com o elixir da vida eram muito cobiçados, porque supostamente teriam virtudes maravilhosas, não só a de conseguir ouro mas também a de curar enfermidades e conceder a imortalidade.


Para a fabricação do ouro buscava-se um material que facilitasse a mistura de mercurio e enxofre porque acreditava-se que esse era o caminho certo. A partir dessa mistura encontrariam o metal nobre.

Estes dois aspectos estão relacionados a uma característica do ouro que se oxida mais lentamente que outros metais, isto é, o ouro é "imortal", portanto se descobriam como fazer ouro a partir de outros elementos, talvez poderiam tornar o corpo humano em imortal.


Um das lendas sobre a pedra filosofal conta que a pessoa que a possui pode trasnfomar metais em ouro, porém seu uso constante faz com que a pessoa que a usa vai, pouco a pouco, se transformando em ouro também. Pois seria isso um abuso aos poderes da pedra.

Existem vertentes mais místicas da alquimia que crêem que, na verdade, a pedra filosofal não é física e sim uma metáfora do aperfeiçoamento espiritual.

Por outra lado, acredita-se que os verdadeiros alquimistas escondem a verdadeira forma de conseguir a pedra. Não existe um tratado alquímico que seja claro, por isso se dão distintos nomes as substancias ultilizadas (por exemplo; o fogo alquímico é diferente do fogo comum). Isso tem como finalidade, dificultar a construção da pedra por outras pessoas.


Segundo a alquimia é necessário que para realizar as três fases do "magistério" (nome dado as três fases que devem ser feitas para que se construa a pedra), obtenha-se uma chama de fogo acesa queimando a materia prima da pedra durante anos, pois o alquimista pretende "imitar" a natureza, o que leva tempo e deve ter paciência para criar algo.

Por essa razão, se diz que para criar a pedra deve-se pelo menos viver 20 anos, que é o tempo necessário para que os aprendizes investiguem e aprendam a elaboraração exitosa.


Com o tempo, a transmutação, foi substituida pelo crescente conhecimento acerca das reações químicas e a natureza dos elementos químicos deixa cada vez mais claro que, cientificamente, a transformação de metais em ouro é praticamente impossível.

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sábado, 6 de junho de 2009

O Catarismo


O catarismo é a doutrina dos cátaros (ou albigenses), um movimento religioso de caráter gnóstico que se propagou por Europa Ocidental em meados do século X, conseguindo assentar para o século XIII em terras de Languedoc.

Os chamados cátaros eram um movimento religioso-cultural, propulsor de uma nova ordem social a partir do ascetismo.

Com influências do maniqueísmo em suas etapas pauliciana e bogomila, o catarismo propunha uma dualidad criadora Deus e Satanás. Em resposta a Igreja Católica considerou suas doutrinas como heréticas.

Depois de uma tentativa misionera, e em frente a sua crescente influência e extensão, a Igreja terminou por invocar o apoio da coroa da França, para conseguir sua erradicación a partir de 1209 mediante a Cruzada albigense. No final do século XIII o movimento, debilitado, entrou na clandestinidade, mas desde a segunda metade do século XX, o catarismo é objeto de investigações e de um esforço por integrar sua lembrança à identidade das regiões onde se encontrava seu foco central de influência: o Languedoc e a Provenza, regiões do "Midi" ou terço sul da França.

As doutrinas cátaras chegaram provavelmente desde Europa oriental através das rotas comerciais. Os albigenses também receberam o nome de búlgaros (Bougres) e, ao que parece, mantiveram assim mesmo relações com os bogomilos de Tracia. Parece ser que suas doutrinas tiveram grandes similitudes com as dos bogomilos e inclusive mais com as dos paulicianos, com quem estiveram ligados. No entanto, é difícil formar-se uma ideia exata das doutrinas cátaras, já que existem poucos textos cátaros. Os escassos textos cátaros que ainda existem (Rituel cathare de Lyon e Nouveau Testament em provençal) contêm escassa informação a respeito de suas crenças e práticas morais.

Os cátaros caracterizavam-se por uma teología dual, baseada na crença de que o universo estava composto por dois mundos em conflito, um espiritual criado por Deus e o outro material forjado por Satán.

Segundo os autores católicos tradicionais, esta era uma característica distintiva do gnosticismo, certa corrente residual do neoplatonismo (Plotino foi antignóstico), principalmente o maniqueísmo e depois a teología dos bogomilos. Provavelmente, esta ideia também tinha sido influída por outras antigas linhas de pensamento gnósticas. De acordo com os cátaros, o mundo tinha sido criado por uma deidad diabólica conhecida pelos gnósticos como o Demiurgo. Os cátaros identificaram ao Demiurgo com o ser ao que os cristãos denominavam Satán. No entanto, os gnósticos do século I não tinham feito esta identificação, provavelmente porque o conceito do diabo não era popular naquela época, enquanto se foi fazendo mais e mais popular durante a Idade Média.

Segundo o entendimento cátara, o Reino de Deus não é deste mundo. Deus criou céus e almas. O mundo material, o mau, as guerras e à Igreja Católica. Ela com sua realidade terrena e a difusão da fé na Encarnação de Cristo, era uma ferramenta de corrupção.

Segundo os cátaros, os homens são uma realidade transitoria, uma “vestidura” da simiente angélica. Afirmam que o pecado se produziu no céu e que se perpetuou na carne. A doutrina católica tradicional, em mudança, considera que aquele veio dado por causa da carne e contagia no presente ao homem interior, ao espírito, que estaria em um estado de queda como conseqüência do pecado original. Para os católicos, a fé em Deus isenta, enquanto para os cátaros exige um conhecimento (uma gnosis) do estado anterior do espírito para purgar sua existência mundana e uma transformação pessoal a partir de dito conhecimento. Não existe neles uma submissão ao dado, à matéria, que não seria mais que um sofisma tenebroso que obstaculiza a salvação.

Comumente, a cerimônia de eliminação dos pecados, chamada consolamentum, levava-se a cabo em pessoas a ponto de morrer. Após recebê-lo, o crente era alentado para deixar de comer a fim de acelerar a morte e evitar a "contaminação" do mundo. O consolamentum era o único sacramento da fé cátara.

Não tinham nenhum rito matrimonial, senão que apresentavam uma forte oposição a este. Segundo as fontes inquisitoriais, entre os sectarios estava permitida a prática da homosexualidade (que nessa época se denominava «sodomía»).

Os cátaros compreendiam a virginidad como a abstenção de todo o que é capaz de “aterrorizar” o composto espiritual, como a imagem universal da vida, que deixa realizar o divino potencial. Ensinavam que Deus obsequia os meios necessários, em primeiro lugar o mistério do consolamentum (consolo) ou o batismo espiritual - o sacramento da obtenção do Espírito Santo – que define e consagra a vida futura da pessoa.

Os cátaros tinham também outras crenças que eram contrárias à doutrina católica. Em suas polêmicas diziam (parafraseando) que Jesús tinha sido um aparecimento que mostrou o caminho a Deus. Achavam que não era possível que um Deus bom (de natureza espiritual) se tivesse reencarnado em forma material, já que todos os objetos materiais estavam contaminados pelo pecado. Esta crença específica denominava-se docetismo. Mais ainda, achavam que o deus Yahvé do Antigo Testamento era em verdade o diabo, já que tinha criado o mundo e devido também a suas qualidades («zeloso», «vingativo», «de sangue») e a suas atividades como «Deus da Guerra». Negando assim toda veracidade do antigo testamento.

Uma das ideias que resultaram mais heréticas na Europa feudal foi a crença de que os juramentos eram um pecado, já que uniam às pessoas com o mundo material. Denominar aos juramentos pecado era muito perigoso em uma sociedade na que o analfabetismo era norma comum e quase todas as transações comerciais e compromissos de fidelidade se baseavam em juramentos. Daí que fossem considerados um perigo para o estado.

Ao chegar ao século XIII, a fé cátara já entrou firmemente na vida occitana. Os castelos situados nas montanhas sobre o mar fizeram-se a expressão física das alturas espirituais, nas quais habitavam os cátaros.
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Alquimia - Origem e Fundamentos


A alquimia é uma das ciências, em que só o nome já desperta as mais contrárias e diversas reações; atração, desprezo, curiosidade, incertezas... sentimentos opostos provocados em parte pela falta de informação concisa sobre sua origem e objetivos.

A palavra alquimia parece ter uma procedência duvidosa. Muitos afirmam que a expressão atual, é legada dos árabes, que significa “terra ou solo negro”. Segundo esta hipótese, os mulçumanos se referiam as obscuras terras do Egito onde teriam aprendido os primeiros segredos dessa misteriosa ciência. A figura do filósofo egípcio Hermes Trimegistus seriam então considerada como o pai do saber humano e daí derivaria o termo “hermético” que com frequência aparece relacionada a alquimia.

Mas não só do Egito provêm os primeiros escritos sobre esta atividade, mas também das longínquas terras chinesas. No ano 140 d.C. apareceu naquele país o primeiro tratado alquímico e as idéias que a ligam estreitamente com o Taoísmo.
O fato é que encontraram muitos escritos gregos citando os orientais como referências egípcias nos textos árabes. Na atualidade os principais documentos se encontram na Biblioteca Nacional de Paris e em Leyden, onde foram divididos os textos alquímicos em dois grandes grupos: os de origem grega, e os outros firmados por um misterioso homem chamado Jabir Ibn Hayyan, conhecido como Geber, que teria vivido no século VIII. Estudos mais cuidadosos demonstraram que nem todas as obras atribuídas aos originalmente a Geber foram na verdade escritas por ele.
A medida que os árabes foram se tornando influentes na Europa, novos homens se dedicaram ao estudo da nova disciplina. Os nomes que a história mostra são bem conhecidos e entre eles se destacam San Alberto Magno (1193-1280), o marroquino Ramón Llull (1232-1315), Roger Bacon (1213-1294), Arnaldo de Vilanova (1250-1311), Paracelso (1493-1541), e inclusive Isaac Newton, o primeiro grande cientista moderno que, mesmo sem ter se dedicado completamente a alquimia, a citou com freqüência em suas obras e que teria mandado construir um pequeno laboratório no Trinity College para estudar os mistérios da transmutação.

Deixando aparte sua face misteriosa e oculta, devemos notar que a alquimia contribuiu de forma muito importante no progresso da química de laboratório. Novos aparatos como o alambique e novas técnicas como a destilação se converteram em algo de uso cotidiano, ao mesmo tempo que se descobriam substâncias até então ignoradas como o ácido sulfúrico, o ácido nítrico, o amoníaco, e etc.

Mas a alquimia era antes de tudo uma ciência hermética ao redor da qual se formou uma teia de mistérios e segredos, originados em parte pelas aspirações extranhas e imcompreensão de seus seguidores, assim como pela forma simbólica e quase indecifráveis de seus escritos.
Não é fácil resumir em poucas palavras o trabalho de um alquimista. Este se concentra especialmente em três faces distintas: A busca da Pedra Filosofal, em presença da qual todos os metais se convertem em ouro; em sugundo lugar o descubrimento do elixir de longa vida, imaginado como uma substância capaz de evitar a corrupção da matéria e por ultimo o alcance da “Grande Obra” cujo objetivo era elevar o próprio alquimista a um estado superior de existência, em situação previlegiada no universo.

A linguagem alquímica

A leitura da uma obra alquímica é extremamente árdua para um não-iniciado. A linguagem alquímica parece bastante abstrata, absurda, imcompreensível, mas na verdade é esotérica e mística, suturada de códigos, de símbolos, de referências que confudem.
“O alquimista considera essencial esta dificuldade de acesso, já que se trata de transformar a mentalidade do leitor a fim de fazê-lo capaz de perceber os sentidodos atos descritos”, explica o escritor francês Michel Butor. “A linguagem alquímica é um instrumento de extrema agilidade que permite descrever operações com precisão e, ao mesmo tempo, situando-las com respeito a uma concepção geral da realidade”.
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O Início do Universo: A Era de Planck


Como a física consegue explicar o começo do universo? Na verdade a física que dispomos hoje não consegue. Quando voltamos para trás no tempo, na direção daquilo que teria sido o chamado Big Bang, deparamos com uma barreira ao nosso conhecimento, até agora intransponível, e que chamamos de era Planck. O mais importante é que essa barreira não será superada apenas aprofundando o que já sabemos de física. Na verdade precisamos de uma nova teoria física para descrever o que deve ter acontecido nesses primeiros momentos do universo.

Ocorre que à medida que vamos para dimensões muito pequenas o domínio da física quântica fica estabelecido. Os conceitos de tempo e de espaço não têm mais os significados normais que nos são dados pela física clássica. Nessas condições a Teoria Relativística da Gravitação não pode ser usada: ela pertence ao domínio da física clássica ou seja, ela não descreve os processos quânticos. Precisamos de uma teoria que descreva os fenômenos gravitacionais que ocorrem dentro do domínio quântico. Precisamos de uma Teoria Quântica da Gravitação e esta ainda não é conhecida. Várias tentativas tem sido feitas para desenvolver uma teoria desse tipo mas os princípios envolvidos são bastante complexos.

Há ainda um outro problema. Para descrever esses momentos iniciais do universo é necessário que as interações fundamentais que conhecemos estejam unificadas em uma única teoria. Por interações fundamentais queremos dizer as forças que atuam na natureza, no nosso dia-a-dia, e são as responsáveis pelos diversos fenômenos que ocorrem ao nosso redor. Para descrever os fenômenos eletromagnéticos temos a eletrodinâmica quântica. Os processos que ocorrem no interior da matéria, no núcleo dos átomos, são descritos pela cromodinâmica quântica enquanto que os processos de emissão radioativa, responsáveis pela transmutação de alguns elementos químicos, são produzidos pela chamada interação fraca. A unificação das teorias eletromagnética e fraca deu origem à chamada teoria eletrofraca ou teoria de Glashow - Weinberg - Salam. Procura-se hoje, e até agora não foi achada, uma teoria que englobe os processos descritos pela teoria eletrofraca e pela cromodinâmica quântica, a chamada teoria de grande unificação ou, simplesmene GUT, abreviação do termo inglês Grand Unified Theory. Essa teoria de grande unificação deverá ser unificada com a teoria da gravitação dando origem a uma única teoria capaz de descrever todos os processos que ocorrem no universo. A essa teoria que unifica todas as interações fundamentais da natureza damos o nome de supergravidade.

A menos de alguma surpresa, e a história da física está cheia de exemplos deste tipo, somente uma teoria de supergravidade é que teria condições de explicar os primeiros momentos do universo. Vemos, portanto, que para descrevermos o que aconteceu nos instantes iniciais do nosso universo possivelmente ainda precisamos "inventar" duas novas teorias!

Tentativas alternativas também têm sido feitas para descrever os instantes iniciais do universo. Embora a Teoria Relativística da Gravitação nos forneça uma descrição do espaço-tempo em quatro dimensões, outras teorias propõem que na era Planck o espaço poderia possuir um número maior de dimensões. Por exemplo, as teorias de supergravidade propõem 11 dimensões para o espaço-tempo. E onde estariam estas dimensões suplementares? Segundo essas teorias elas teriam sido "compactificadas", suprimidas de tal modo que a partir da era Planck somente quatro dimensões do nosso universo é que sofreriam expansão. Esta seria a razão pela qual somente percebemos 4 dimensões em nosso universo.

Em resumo:

A era Planck cobre o intervalo de tempo que vai de 10-43 a 10-35 segundos depois do Big Bang.

A temperatura durante esta época é estimada diminuir de 1032 K a 1027 K.

· 10-43 segundos

Neste instante a força da gravidade se separou das outras três forças, coletivamente conhecidas como a força eletronuclear.
Uma teoria completa de gravitação quântica tal como a teoria dos superstrings é necessária para compreendermos estes eventos muito primordiais. Entretanto, a presente compreensão da cosmologia na teoria de cordas é muito limitada.
O diâmetro do universo atualmente observável é teorizado como 10-35 metros, o que é conhecido como comprimento de Planck. Um intervalo de 10-43 segundos é conhecido como tempo de Planck.

· 10-36 segundos
Neste instante a força forte se separa da força eletronuclear deixando duas forças: forças eletromagnética e eletrofraca.
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O Tempo Está Passando Mais Rápido


Estamos sentindo o tempo passar rapidamente.
A mudança de Eras já começou.
Antigas profecias a previram e as civilizações indígenas a reverenciam

Mudanças no planeta Terra estão afetando o nosso padrão de sono, nossas relações interpessoais, nosso sistema imunológico e a nossa percepção de tempo. Estamos vivendo um processo de iniciação que nos foi anunciado há cerca de 2000 anos. Tremendas mudanças dentro de nosso corpo. Os sintomas disso são:

- Cansaço e dores de cabeça

- Sensações de eletricidade percorrendo nossos membros e nossa coluna vertebral

- Câimbras em exercícios físicos

- Sensação de gripe

- Sonhos intensos

Isso poderia estar sendo causado pelas mudanças que têm lugar na Terra neste momento. O corpo humano torna-se mais sensível como resultado de novas vibrações. A ressonância da Terra (Ressonância Schumann) tem sido de 7,8 Hz por milhares de anos. Desde 1980, tem subido para cerca de 12 Hz. Isso significa que às 24 horas do dia equivalem agora 16 horas. Temos, assim, a sensação de que o tempo passa mais rápido.

A RESSONÂNCIA

Gregg Baden atualmente viaja por todo Estados Unidos fazendo palestras e a mídia mostra os argumentos científicos por ele defendidos, provando que a Terra atravessa o Cinturão de Fótons e assim, torna-se lenta a sua rotação. Ao mesmo tempo há um aumento da freqüência de ressonância da Terra (Ressonância Schumann). Então quando a Terra parar a sua rotação e a sua freqüência alcançar 13 ciclos, nós estaremos no ponto magnético zero. A Terra irá parar e em dois ou três dias, ela recomeçará a sua rotação no sentido oposto. Isso produzirá uma reversão no campo magnético do planeta.

CONDIÇÃO GEOFÍSICA

1. Aumento da Freqüência da Terra - A freqüência de fundo do planeta ou pulsar do coração da Terra - também chamada de Ressonância Schumann (RS) está sendo substancialmente elevada.

Avaliando esta variação entre regiões geográficas por décadas a medida girava em torno de 7,8 ciclos por segundo. Por isso, os militares desenvolveram nesta freqüência o seu sistema de comunicação. No entanto, recentes relatórios registram que esta taxa está agora próxima de 11 ciclos e subindo. A ciência não sabe o por que, ou o que está ocasionando isso.

Gregg Braden descobriu os dados coletados por pesquisadores russos e noruegueses sobre o assunto, informações estas muito pouco divulgadas (a única referência à Ressonância Schumann nos Estados Unidos será encontrada na Seatle Library na seção relacionada com obras sobre o clima).

Cientistas reconhecem a RS como um sensível indicador de variação de temperaturas e as condições do tempo mundiais. Braden acredita que as alterações da RS sejam as causas de diversas tempestades e enchentes nos últimos anos.

2 - Diminuição do Campo Magnético da Terra - Apesar da taxa de pulsação da Terra estar aumentando, o seu campo magnético, por outro lado, está diminuindo. De acordo com o professor Bannerjee, da Universidade do Novo México, o campo tem perdido a metade de sua intensidade nos últimos 4.000 anos. Braden acredita que estas mudanças de ciclos estão associadas à reversão do magnetismo. Registros geológicos da Terra indicam que a reversão magnética marcaram mudanças na história de nosso planeta. E dentro de uma enorme escala representativa de tempo, há bastantes indícios disso.

O QUE É A RESSONÂNCIA SCHUMANN

Acredite ou não, a Terra comporta-se como um enorme circuito elétrico. A atmosfera é, na realidade, um débil condutor e se não houvesse nenhuma fonte energética, sua carga elétrica dispersaria em cerca de 10 minutos. Há, por isso, um campo energético dentro da camada de ionosfera, há 55 quilômetros da superfície do planeta. Em algum momento, a carga total de energia neste campo é de 500.000 coulombs. Há uma corrente vertical de energia fluindo entre a superfície do planeta e a ionosfera de 1 - 3 x 10^ 12 ampères por metro quadrado. A resistência da atmosfera é de 200 ohms; a voltagem potencial, de 200.000 volts. Há cerca de 1000 relâmpagos se originando em tempestades em algum ponto do mundo a todo o momento. Cada um produz de 5 a 1 ampère e coletivamente resultam na medida do fluxo de energia do campo eletromagnético da Terra.

A Ressonância Schumann é a medida do comprimento de onda de energia existente neste campo da ionosfera. Como o movimento é ondular, esta energia não está presente a todo o momento e tem que ser "excitada" para ser observada. Ela não é causada por nada interno da Terra, seja de sua crosta ou núcleo.

Estas ondas parecem relacionar-se com a atividade elétrica da atmosfera, particularmente durante períodos de intensa atividade de relâmpagos. Elas ocorrem em diversas freqüências entre 6 e 50 ciclos por segundo, especificamente 7.8, 14, 20, 26, 33, 39 e 45 hertz. Logo, como as propriedades do campo eletromagnético da Terra permanece o mesmo, estas freqüências permanecem as mesmas. Presumivelmente, há alguma mudança devido o ciclo do pôr do sol , assim como a ionosfera da Terra muda de acordo com o ciclo de 11 anos da atividade solar. A Ressonância Schumann é mais facilmente vista entre 2000 e 2200 UT.

Dado que a atmosfera terrestre carrega uma carga, uma corrente e uma voltagem, não é surpresa encontrar cada onda eletromagnética. A propriedade ressonante deste campo de energia, foi inicialmente prevista pelo físico alemão W. O. Schumann em 1952 e detectada por Schumann e Konig em 1954. O primeiro espectro representativo deste fenômeno foi preparado por Balser e Wagner em 1960. Muitas destas pesquisas nos últimos 20 anos tem sido desenvolvidas pelo Departamento da Marinha Americana, como parte do projeto Comunicação em Extrema Baixa Freqüência para submarinos.

Para maiores informações, leia "O Livro de Bolso da Eletrodinâmica Atmosférica" (Handbook of Atmosferic Electrodynamics) volume I, de Hans Volland, publicado em 1995 pela CRC Press. O Capítulo 11 é inteiramente dedicado à Ressonância Schumann e foi escrito por Davis Campbell, do Instituto Geofísico da Universidade do Alasca. Há também citações sobre esta pesquisa em extensa bibliografia.

CONCLUSÕES

1. O tempo parecerá ter maior velocidade à medida que nos aproximamos do Ponto Zero. As 24 horas do dia irão parecer 16 horas ou menos. Lembre-se que a Ressonância Schumann (ou a pulsação da Mãe Terra) foi de 7.8 ciclos por milhares de anos, mas tem aumentado desde 1980. Hoje, está em torno de 12 ciclos. Deverá estacionar em 13 ciclos.

2. O Ponto Zero ou a Mudança de Era tem sido anunciado por antigas civilizações há milhares de anos. Tem ocorrido muitas mudanças, incluindo uma que sempre registrada a cada 13.000 anos, a Processão dos Equinócios.

3. O Ponto Zero provavelmente nos introduzirá na quarta dimensão. Significa que tudo que pensarmos ou desejarmos instantaneamente se manifestará. Isso inclui amor e temor. Nossas intenções serão de extrema importância.

4. Muito da tecnologia que conhecemos não será mais utilizada. Possíveis exceções serão baseadas tecnologicamente no assim chamado Ponto Zero ou livre energia.

5. Nosso corpo físico estará mudando assim que nos aproximarmos do Ponto Zero. Nosso DNA está sendo atualizado para 12 strand. Um novo corpo energéticos está sendo criado. Nos tornaremos mais intuitivos.

6. O Calendário Maia previu todas as mudanças que estão agora ocorrendo. Os maias previram que nós iremos além da tecnologia ao retornarmos aos ciclos naturais do Universo. Por volta de 2012, estaremos entrando na 5a. Dimensão (após termos entrado na quarta dimensão no Ponto Zero).
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

A Profecia de Chilam Balam para o 13 Ahau Katun

Aproximação e encontro da Terra com o
“Grande Planeta”, Hercóbulus.

Três vezes soam os sinos, só três.

“e chegará então Exma Chucbeni, a incompleta, a que comerá o sol,a que comerá a Lua”
“muito pesada é o ônus do Katún.
batabes, os do machado,
impotentes e perdidos.
ah kins, sacerdotes do culto-solar,
impotentes e perdidos.
por causa de exma chucbeni, a incompleta.
perdição dos halach uiniques, chefes;
perdição dos ah bobat, profetas;
e do ah naat, douto (cientistas)
embriaguez do ah bobat, profeta
e do ah kin, sacerdote do culto-solar,
por causa da ex dziban yol nicte,
a-flor-de coração-pintado.”

Terceira e final alusão ao planeta Hercóbulus, o que a cada 13.000 anos passa a uma distância “sideralmente próxima” à terra e ao qual já nos referimos nas profecias anteriores.
Grande planeta que as escolas ocultas e a antiga tradição identificam com os nomes de Hercóbulus, Ajenjo, A Besta e Barnard I.

“a que comerá o sol
“e comerá a lua

De um tamanho 66 vezes superior ao da terra, proveniente do sistema Tilo na constelação da Lyra, e que a cada 13 mil anos, passa a uma distância “sideralmente próxima” a nosso planeta, provocando os seguintes efeitos:

• Aceleração da “oscilação pendular” do eixo magnético terrestre; provocando uma giro entre 45 a 90 graus da Terra em relação a seu eixo, ficando os pólos norte e sul à altura do equador.

• Eventos geofísicos de magnitudes imprevisíveis e inevitáveis: Erupções vulcânicas, terremotos e marés gigantescas.

Supõe-se que, nesta ocasião, o eixo oscilará para ocidente. Faz 26.000 anos oscilou para ocidente e desapareceu o continente e civilização Lemuriana, cujos restos se encontram submergidos no fundo marinho do atual Oceano Pacifico.

Faz 13.000 anos oscilou para oriente e desapareceu o continente e civilização Atlante, cujos restos se encontram submergidos no fundo marinho do atual Oceano Atlântico e Mediterráneo.

Como se trata de acontecimentos cíclicos e atividade pendular, inferimos que nesta ocasião o giro será para o Ocidente, sendo as zonas mais severamente afetadas as que são riberenhas do pacifico, sem descartar o impacto sobre Oriente.

Ao dizer “…e comerá o Sol e comerá a Lua…”, Chilam Profeta anuncia que por seu grande tamanho, este Planeta eclipsará a visão tanto da Lua como do Sol, com o consiguiente efeito de oscurecimiento e resfriamiento da Terra ou uma proporção geográfica bastante maior dela.

Grande confusão terá entre todos os homens e particularmente entre os líderes políticos, religiosos, militares e cientistas. A ciência oficial guardará silêncio ante o evidente; escudándose em ter sido pressionados pelo poder político e o poder religioso, a fim de evitar um caos antecipado, ante acontecimentos de características inexoráveis e inevitáveis. Período de grande psicoses coletiva e extravio mental.

13 Ahau, Sol 13, é o último dia da grande conta contida no Tzolkin e as 33 finques ascensionais Maya, no dia 23 de dezembro do 2012. E é o último Katún de 20 anos, iniciado no ano 1992 e que concluirá em 2012.

“O universo está de festa,
milhões, milhões e milhões
de seres humanos de luz
ascenderão vitoriosos
a decorar e perfumar
com suas próprias luzes
o Oriente Eterno.”
_

A Profecia de Chilam Balam para o 2 Ahau Katun

Importância do Tzolkin

A Volta dos 144.000 Dançantes do Sol.

O Tzolkin é a jóia mais preciosa na cosmovisão Maya, e nesta profecia faz-se a primeira (e quiçá a única) validação do conceito de “Espirais Ascensionais”, ressaltando o profundo entendimento do Tzolkin como uma conta fractal. Representa uma conta de 260 dias, mas também uma conta de 26.000 anos solares-terrestres, onde a cada uma de suas 260 posições equivale a 100 anos; e ademais, corresponde ao processo de gestação de cada individualidade Humana, onde a diferença com a conta da ciência médica ortodoxa seriam os 14 a 16 dias que mediam entre o primeiro dia da menstruação e a ovulação.
A sequência do Tzolkin inicia-se em Dragão 1, Radiante do propósito; momento alpha, momento da fecundação do óvulo pelo esperma no útero materno; e conclui em Sol 13, Ascensional do Ser, momento omega, o alumbramento.

“É o tempo em que voltarão vossos pais, vossos esposos, vossos irmãos.”

Referência à volta dos pais-criadores da atual humanidade incorporada. Os mestres e as guias do homem da Terra, os que têm permanecido desde os planos e dimensões superiores acompanhando, guiando e protegendo o processo de embriogênesis desta atual quinta Raça Cósmica Raiz.

“este 2 Ahau Katún
“assenta-se no
“1 Cauac, trovão.

O Tzolkin, é o maior dos legados que possa ter recebido a atual humanidade incorporada, para estes últimos 20 anos de grandes mudanças externas e internos. Nele, está armazenado o conhecimento e a sabedoria necessários e suficientes para atingir as oitavas superiores de consciência e fazer nosso trânsito vitoriosos para a quinta dimensão. É por isso que permaneceu velado até poucos anos atrás e tem sido novamente posto a disposição da humanidade neste ultimo 13 Ahau Katún (período de 20 anos, entre 1992 e 2012).

Esta é a primeira menção e validación que se faz nos textos Maya (e quiçá a única) respecto do conceito:

“Espirais Ascensionais”

E ao Tom 1, com que se iniciam as 20 Espirais Ascensionais de 13 dias a cada uma que constituem o Tzolkin.

Faço presente que, a associação de um Selo Solar (Ahau-Sol) com um número ou Tom Galáctico (Cá-2, Tensor das forças), está contida e é parte componente de um período de tempo ou “semana” de 13 kins, dias ou posições, telefonema Espiral Ascensional, e ao tom com que se inicia a cada uma delas, lhe chamamos Radiante do propósito.

As espirais no Tzolkin, determinam o propósito, a meta ou objetivo a atingir e/ou a consumar durante esse período de tempo. A cada espiral vibra, ressoa e reverbera em cada um de nós a partir de uma frequência lumínica, a freqüência:

12 + 1

“é o tempo em que voltarão vossos pais
“vossos esposos, vossos irmãos.

Isto nos deriva à promessa de nossos irmãos maiores, os Maya galácticos, e que está contida na quarta parte, capitulo V, do livro do gênesis Maya Quiche; o Popol Vuh:

Oh, filhos nossos!
nós nos vamos, nós regressamos;
Sãs recomendações e sábios conselhos deixámos-lhes.
E vocês também,
que viestes de nossa longínqua pátria.
Oh, esposas nossas!,
disseram-lhes a suas mulheres,
e da cada uma delas se despediram.
Nós nos voltamos a nosso povo,
já está em seu lugar nossa esencia.
Nosso senhor dos venados,
manifesto está no céu.
Vamos empreender o regresso,
temos cumprido nossa missão,
nossos dias estão terminados.
Pensem pois em nós,
não nos apaguem da memória
nem nos esqueçais.
Voltareis a ver vossos lares e vossas montanhas,
estabeleçam-se ali
e que
assim seja!
Continuem vosso caminho
e vereis de novo o lugar de onde viemos.
Não morreremos.
Voltaremos.
_

A Profecia de Chilam Balam para o 4 Ahau Katun

Alta escalada no preço dos alimentos.

Questionamento das instituições e hierarquias humanas.

Pequenas glaciações.

As pessoas, ao igual que em tempos do patriarca Noé a 13 mil anos, farão ouvidos surdos ao anúncio do profeta.

Alta escalada nos alimentos básicos: Trigo, maíz, arroz, farinhas, cereais e legumes; em frente ao qual os governantes serão impotentes, pois o sistema imperante lhes impedirá o controle e/ou regulamentação dos preços.

Faz um chamado aos governos a destinar todos seus recursos na provisão destes alimentos por sobre qualquer outro objetivo (o pão e as tortillas de trigo, maíz e arroz são a base alimenticia em Centroamérica e em muitos países do planeta).
Tudo isto pode ser consequência direta de outro ponto importante da profecia: Época de resfriamento global e de pequenas mas importantes glaciações para uma parte da Terra.
Estes fenômenos instarão às pessoas a resistir e quebrantar a ordem estabelecida, a não obedecer e respeitar as leis cegamente.
As hierarquias humanas serão questionadas. A misericordia e compaixão não estarão nas mentes e corações do povo cansado.

“durante sua época
“serão brancos seus bragueros cenidores,
“brancas suas roupas;
“pão é a divisa do Katún.

Epoca de resfriamiento e pequenas glaciações para uma parte do planeta. Se priorizará a provisão de alimentos, por sobre qualquer outra consideração. Alerta às nações para que destinem suas energias e recursos à produção de alimentos.

Escutem as nações
vossa primeira responsabilidade,
vosso compromisso
é com os vossos.
Redirecionem as finanças bélicas
ao cultivo dos mares e das terras.
Respondereis por isso.
_

A Profecia de Chilam Balam para o 6 Ahau Katun

Ensina-nos a entender as profecias e a usar corretamente o Tzolkin.
Virada da Terra em direção Sudoeste.

Faz uma nova alusão ao interpretado na profecia para um 8 Ahau Katun, e é que a Terra terá um giro a partir da oscilação de seu eixo magnético. No entanto, um aspecto que poderia se considerar ainda de maior relevância, é que esta profecia em particular nos entrega finques para ler e dilucidar o conteúdo das restantes:

•Previne-nos contra a tendência a transformar as profecias e o uso oracular do Tzolkin em crenças”. Alerta-nos da síndrome da “profecia autocumplida”.

• Põe ênfase no Tzolkin como a conta de “seus dias”. Ao dizer “em seus dias” está se referindo a uma comunidade específica de seres e faz notar, muito sutilmente, que o “sujeito Maya” que escreve as profecias é alguém diferente ou não pertence às comunidades proto-maya às quais as mesmas estão dirigidas.

• Também nos adverte contra a superstição (…não porque vivam seus animais…) e o uso “quiromântico” do Tzolkin, referindo a um estado de consciência prévio e necessário à hora do ler oracularmente e decodificar todos seus significados e implicâncias.

• Por último, propõe uma correspondência com a astrología ao falar do passo do Sol através das “13 casas” (…que manifestam os jeroglíficos da casa do 6 Ahau Katún…). Estas 13 casas não são outra coisa que as 13 Espirais Ascensionais onde o Sol (Ahau) de cada profecia está ocorrendo.
“terá poderosos e terá príncipes"

“até o fim somente,
“pois não esta já longínquo no dia
“em que a terra se volte para ver o céu
“e depois se volte de novo.

Nova referência ao já dito na profecia para um 8 Ahau Katún:

• A terra terá um giro a partir da oscilação do eixo magnético.

• O giro será em direção sudoeste.

• A guinada será por um período breve, voltando a terra a sua posição original ou a alguma muito próxima à anterior; ou bem, que a inclinação será em 2 etapas, até se estabelecer em sua nova posição estelar.
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A Profecia de Chilam Balam para o 8 Ahau Katun

Seca na Europa e Ásia.

Fim da Civilização Ocidental.

Alteração da posição do eixo magnético da Terra.
Migrações. O Homem será deslocado de seu hábitat natural.

Em uma seção do texto desta profecia pode-se ler: “Amaite Kauil é o rosto que reina em seu pão e em sua água”. Em frente a isto nos encontramos com uma quádruple referência:

• Se consideramos que Cá (Uil) é o nome do numeral 2, deveríamos interpretar Kauil como “a segunda pessoa”, na trinidade judeo-católica de pai-filho-espírito santo, quem morreu em uma cruz: Jesus o Cristo.

• Amayte, é uma alusão aos carregadores de anos, que no Tzolkin são quatro e se repetem invariavelmente a cada ano (gota de orvalho, semente, tormenta e mago).

• Reporta-nos também à constelação do Cruzeiro do Sul.

• Os quatro quadrantes ou direções em que se pode dividir o planisferio terrestre.

Fala-se de uma forte seca no quadrante nordeste do planisferio, correspondente em grande parte a Ásia e setores da Europa e África. A Terra neste território estará resecada e se caminharão grandes distâncias para proveerse de alimentos e de água. Não choverá nem nevará: Rios, lagos e embalses estarão secos.

Existem também 2 fatos significativos e irreversíveis refrendados por esta profecia.

• O excessivo aquecimento de uma parte do planeta e o excessivo enfriamiento da outra provocarão grandes migrações humanas. A água sempre será o fator catalizador.

• Produto da crescente atividade do Sol, se produzirá uma alteração na posição do eixo magnético da Terra, gerando uma espécie de volta de sinos” (o que estava ao norte ou ao sul, agora estará no equador e vice-versa).

Como fruto destes acontecimentos e voltando à referência de Amaite Kauil, diz que a população humana será dividida em quatro (“De quatro só um escutará. Só um se preparará e tomará consciência das mudanças que se avizinham e mudarão eles.”), acercando-se significativamente à profecia da Grande Pirâmide do Egito, que diz que “Só um terço da humanidade conseguirá dar o passo para a quinta dimensão”.

A profecia termina ressaltando que todas estas mudanças estão intimamente sincronizadas com a atividade do Sol. O dador de vida, é também o quitador da vida.

Dividido o território em 4 seções, em forma de cruz (amayte), anuncia-se seca no quadrante nordeste, que inclui os territórios de Africa Setentrional e Central, Europa e toda Ásia.

“ao norte do mundo estará o bacab,vertedor
“quando chegue a hora da culpa
“a todos os que estiveram reinando.

Na profecia anterior (10 ahau katun), fez-se alusão aos quatro bacabes e relacionou-lhes com os quatro ginetes do apocalipse; nesta profecia, menciona-se a só um deles, o que atuará no Hemisfério Norte, onde estará “vertendo sua justiça” contra os líderes do hemisfério norte ocidental.

Terá julgamento, condenação e penalidade para com os líderes mundiais que sejam destituídos. Estes eventos marcarão o fim da civilização ocidental e seu poderío militar, econômico e político.
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A Profecia de Chilam Balam para o 10 Ahau Katun

Aquecimento global e Seca.

Énfasis no Sol como a causa do aquecimento global e não o Co2

Homologação entre os 4 Bacabes, as 4 direções, os 4 arcanjos Maiores, os líderes das 4 religiões mais importantes e os 4 elementos da natureza.

Nesta profecia faz-se uma clara alusão ao aquecimento global, não por causa do homem, e sim por mudanças de ordem cósmica e no comportamento de nosso Sol, Hunab-Ku; principalmente pelos efeitos da próxima “máxima solar”, que se espera seja a mais intensa, jamais vista pelo homem moderno e que terá sua máxima expressão entre os anos 2011 e 2012.

Também alude aos “4 Bacabes”, contenedores e sostenedores das forças que sustentam o mundo. Nesta profecia há uma forte analogia entre estes 4 bacabes e os 4 ginetes do Apocalipse, com o qual podemos inferir que esta profecia marca tempos de profundas convulsões no planeta. A função cosmogónica do bacab é manter atadas ou sujeitas as potências dos 4 elementos: fogo, ar, terra e água.
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A Profecia de Chilam Balam para o 12 Ahau Katun

Concilio dos Sábios-Idosos-Guardiães das tradições de Oriente e Occidente entre os dias 5 de junho 2011, início do ano do Mago 6 Equilibrador dos opostos, e no dia 11 de Junho 2011,
Sol 12 Co-operante da diversidade.

Período marcado pela Co-operação e a Diversidade.

Troca dos líderes e governantes em todo o planeta.
Ainda tendo escacez serão respeitados.

O Regresso dos Maya.

A Profecia anuncia um concilio dos novos servidores da humanidade e os idosos guardiães das tradições de Oriente e Occidente em Tikal, região de Peten, Guatemala.

A camada psíquica da Terra é limpada e transmutada; a malha energética escura das forças siniestras é retirada da atmosfera do planeta e das mentes dos homens, dando passo a um período de co-operação e fraternidade entre todos os povos. Terá uma troca de governantes em todos os países, bem como em corporações e instituições, inspirados em servir conforme à vontade do coletivo humano.

“terá grandes maestros
“grandes sábios
“grandes magos
“será o ah kin
“sacerdote do culto-solar
“quem assente-se na estera e no trono
“com a mascara do jaguar.

Concilio do “Grupo dos novos servidores da Humanidade” e os “Sábios-idosos-guardiães das tradições de Oriente e de Occidente”.

Entre os dias 5 e 11 de junho do 2011, dias em que se inicia, conforme à conta do Tzolkin, no ano do “Mago 6 Equilibrador dos opostos” (oriente ocidente); considerando ademais que a pictografía para o símbolo “Mago”, em uma de suas interpretações, representa : a pálpebra do olho de um Jaguar. E também poderia ser a imagem estilizada de um “Fraile católico”

Diz respeito do lugar onde este “Concilio” tem de se celebrar, podemos deduzir que será em:

Com a máscara do jaguar: Tikál, região do Petén, Guatemala
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segunda-feira, 1 de junho de 2009

A Profecia de Chilam Balam para o 1 Ahau Katun

Elevação da freqüência vibratoria do Planeta e das individualidades humanas.

A Androginia

Efeitos do Vento Solar

Faz presente que o homem que atinja a condição de Águia-Côndor, não se verá afetado pelos eventos a suceder.

Simultaneamente ao tempo das tribulações, se estará irradiando à humanidade e a todo o planeta com poderosas energias cósmicas com o propósito de elevar a freqüência vibratoria da Terra e todas suas individualidades, dissolvendo todo aquilo que não vibre em dita freqüência.
Faz-se referência nos textos ao termo “sensatas”, o que pode se interpretar como a “canalização de energias” por parte de todos nós.

Através das “canalizações” dos indivíduos que estejam mais em sintonía com estas energias, emergirão novos líderes que marcarão a chegada de formas andróginas de administração do poder, já que a profecia também faz alusão ao colapso final do poder e regencia das energias masculinas, bem como do efêmero reinado das femininas, dando passo a esta nova visão de uma energia complementar; dual mas unificada.

O Chilam, sacerdote do culto solar, sábio idoso, que se representa às vezes com a imagem de um búho ou lechuza, por sua capacidade de ver “na escuridão ou o oculto”, viu os satélites artificiais circunvalando a terra, visíveis só de noite.
E viu, como estes eram destruídos e precipitados a terra com o efeito da ação do vento solar e o ônus electromagnéticas procedentes do Sol para a máxima solar que se espera entre os anos 2011 e 2012.
Os satélites artificiais são uma das máximas expressões da inteligência humana aplicada; O Chilam viu “suas asas estendidas como folhas de papel” orbitando o planeta e sendo destruídos pelo impacto das energias libertadas pelas explosões solares.

“perturbação no céu”

Tormentas electromagnéticas, auroras boreais visíveis em todo o planeta que serão confundidas com arco-íris.

“perturbações nas províncias”

Instabilidade em todas as nações.

“perturbações no mundo”

A queda do sistema global.

“perturbações no centro dos povoados”

Todos seremos severamente afetados em todos nossos níveis de existências e sobrevivencia. Material, emocional e sociologicamente.

“perturbación na cabeça do país”

Lideres tradicionais não entenderão o que se sucede. Não terão resposta nem poderão responder eficazmente aos acontecimentos e suas conseqüências.
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A Profecia de Chilam Balam para o 3 Ahau Katun

O Poder do Verbo Criador através da linguagem.

Convocação ao ritual em 20.11.2011

Presença visível, por 3 dias, de um corpo celeste luminoso de grande envergadura.

Será um tempo de libertação das ataduras materiais, emocionais e mentais.

Em primeiro lugar, o Chilam Balam parte dando-nos novas finques para entender o poder da linguagem, o “verbo criador”, e adverte-nos do cuidado que devemos ter com o uso das palavras, que são o veículo através do qual viaja este poder do verbo criador. Isto nos introduz nas noções elementares da precipitação. Por outra parte, faz alusão a um fenômeno no céu nunca antes visto, observável por três dias. Pode referir-se a uma conjunção estelar ou planetária; no entanto, cabe destacar o seguinte: O ensino oculto vem nos informando a respeito da presença, por agora invisível e indetectável, de uma grande nave da Federação Galáctica Crystal Bell, ou Sino de Cristal, a que poderia se fazer visível por estes 3 dias e que em nenhum caso corresponde ao frustrado anúncio do 14 de Outubro do 2008.

Finalmente anuncia o fim do atual sistema político, administrativo e econômico mundial, sustentado na acumulação e o poder de muito poucos sobre muitos, o que provocaria em forma paulatina, o alívio do peso da dívida nas pessoas; grandes êxodos e migrações em busca de melhores terras e oportunidades e “pequenas nacionalidades” em busca de sua autonomia, todo isso motivado pelo crescente sinceramento, ou não julgamento, misericórdia e compaixão das pessoas; algo que os Maya resumiam na frase In-Lakesh (Eu Sou outro Tu)

“Zuyua é o assento do Katún 3 Ahau.
“ali falará e fará
“quando seja o tempo
“o reinado do 3 Ahau,
“o que ocorrerá o diz.
“Zuyua é o assento do reinado.
“Estendida estará a pele
“da serpente venenosa,
“estendida estará a pele do jaguar em Ichcaaziho,
“face do nascimento do céu.

Nesta profecia, o Chilam Balam parte entregando novas finques para entender sua linguagem, fazendo uma magistral apresentação das significações e implicancias do poder combinado do verbo e a linguagem:

zuyua: Linguagem sacerdotal, verbo codificado, verbo velado aos profanos, linguagem a seu tempo develado, palavras de poder, verbo criador. Mítico lugar.

falará e fará: O poder está no verbo. O verbo serve-se do veículo das palavras. Para que o que elas transportam se manifeste, as palavras têm que proceder de um pensamento e sentimento congruentes. Têm que ser ditas (falará), e as ações (o fazer) ser conseqüentes com o pensamento, sentimento e verbo.

o que ocorrerá, o diz: O poder criador, o poder precipitador do verbo. Todo o dito, tenderá a se manifestar. Tudo o que se diga, pronuncie ou mentalize, ocorrerá inexoravelmente.


Adverte-nos do cuidado que devemos ter no uso da linguagem; pois as palavras são o veículo através do qual viaja o poder criador do verbo.

“cuidado com o que pedes, não seja o que te seja dado”
“pede e se te vos dará, lume e se te abrirá”

Ao mesmo tempo, introduz-nos nas noções elementares da “precipitação”. Alusão direta ao tempo em que o homem, aspirante a níveis superiores de consciência, deverá aprender a proveerse de todo aquilo que precisa:

Ser, fazer e ter

partindo por suas necessidades mais básicas e elementares, através de pequenas metas e/ou propósitos: simples, concretos e alcançáveis, até converter seu verbo em um instrumento de poder e sanação.
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A Profecia de Chilam Balam para o 5 Ahau Katun

Descrédito da política, os políticos e as formas de administração do poder.

O superior supeditado ao inferior.
Crise dos princípios de autoridade e hierarquia

Esta profecia faz uma clara alusão ao desvio dos líderes e respeito da vontade e necessidade popular, já que agirão mais por seus próprios interesses, do que pelas demandas e necessidades de seus povos. Esta cobiça e ambição gerará um desprestigio generalizado da política e das formas de aceder e administrar o poder, o que resultará em uma crise do princípio de autoridade em todos os âmbitos e níveis da convivência social.

Aqui, o Chilam Balam, refere-se novamente a Chichén-Itzá e o fenômeno óptico de uma serpente descendo por um dos degrauss da pirâmide conhecida como “O Castillo”, durante cada equinócio. Esta “serpente de luz” marcará a direção de onde ocorrerão eventos de seca e falta de alimentos. A profecia faz uma clara alusão que isto não sucederá em todas as partes, somente nas zonas marcadas pela descida da serpente.

“bizca será a vista dos senhores terrenos
“lisiados estarão os senhores terrenos
"de todas categorias,
“mas não por deformidade, mas sim porque
"se farão ch”maques, zorras
“os que são colunas do povo
“os que são puntais do povo.
“escondido terão o pensamento
"os halach uiniques, chefes.

Aqui uma nova alusão ao desvio dos líderes por relação à vontade e necessidade popular. Verão mais por seus próprios interesses, que pelo mandato, as demandas e necessidades de seus povos.

“ninguém terá confiança nos senhores terrenos,
“e indo e vindo se verão solitários.
“afogados serão os que cospem o pão,
“os que cospem a água.
“devoradas entre si serão as zarigueyas-ratos,
“os cobiçosos de governar.

Desprestigio generalizado da política, os políticos, os partidos políticos e as formas de aceder e administrar o poder.

Cuspir o pão e a água. Ineficacia e ineficiencia na administração dos recursos públicos e privados do Estado e das empresas, as instituições e os governos nacionais; bem como nos níveis familiares ou comunitários, produto da cobiça e ambição, gerando corrupção. A vulgaridad manifestando-se em todos os âmbitos de expressão do humano. Ambicionarão e cobiçarão as prevendas do poder os incompetentes, os que não estão preparados e aqueles aos quais não lhes corresponde em consciência aceder a ele.

O superior se verá, por um tempo, supeditado à cobiça e ambição dos inferiores.

“cheia de culpa vem a substância do Katún
“porque de flor de maio é o pão
“de flor de maio a água.
“por casais de dois em dois
“em dois grandes adultérios virão a causa
“da perversidade dos homens
“por todos os âmbitos da terra.
“porque este Katún não terá substância
“senão destino de lascivia
“nas palavras que relaxarão
“ a gravidade dos velhos,
“que relaxarão a gravidade das velhas
“do 5 Ahau Katún.

“se alçará com seca por todas partes,
“mas sua cara de fome não será muito faminta.
“porque a água em canais
“dará pão mas além do monte.
“além das lamas rochosas.
“este tempo traz fome horrível
“mas não em todas as partes.

O descenso da “Serpente de Luz” em Chiche-itza estará assinalando a direção ou quadrante de onde estes eventos ocorrerão. Outro ponto de referência, seria o “Umbra” que produzem os eclipses solares; por onde passe a umbra de um próximo eclipse, deveriam se esperar seca e escacez de água e alimentos; mas não em todas partes.
O Chilam Balam faz uma precisão: Será em uma zona distante dos centros ceremoniais, montes e lamas rochosas.

O próximo eclipse (com estas características) será no mês de julho do ano 2010 e a umbra atravessará desde a Ilha de Páscoa e Chile no Oceano Pacífico sul, até Argentina no Oceano Atlántico sul; zonas que não contam com “Centros Ceremoniais” ativos, e sim contam com importantes “vortex energéticos” e nodos planetários, como é o caso de Ilha de Páscoa, o cerro O Chumbo, o monte Aconcagua e a zona de Córdoba na Argentina. Sem esquecer que, Valparaíso e Santiago do Chile, estão situados geograficamente no paralelo 3º Sul, o que mantém uma relação de correspondência com algum ponto geográfico entre a meseta tibetana e o território chinês no paralelo 33º Norte.

Ao mesmo tempo, chama a atenção a relação sincrônica entre os 2 próximos eclipses. O primeiro a ocorrer em 22 de Julio do 2009, cuja umbra passará pelo território de Nepal, Tíbet e China no paralelo 33º Norte; e ao ano seguinte, em 11 de Julio 2010, no hemiferio Sul e nos quadrantes correspondentes do paralelo 33º Sul.

Se somarmos o 22 (do 22.07.2009) com o 11 (do 11.07.2010), dá-nos 33.

Voltaremos a encontrar esta sincronía 33 nos eclipses de 20 (maio 2012) anular e 13 (novembro 2012) total; com parecidas relações de correspondência geográfica; o de maio China e Japão, e o de novembro; Austrália e o Pacifico.
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A Profecia de Chilam Balam para o 7 Ahau Katun

Breve mas intenso tempo de governo das forças escuras, através do sexo, o dinheiro e o poder.

Primeiro anúncio da aproximação do grande planeta: Hercóbulus, Ajenjo, 666, A Besta.

Anuncia o primeiro contato visual com Hercóbulus, um planeta que ciclicamente se encontra com a Terra e que tem uma força gravitacional 66 vezes maior que esta. Isto ocasionaria eventos geofísicos de grande magnitude, como alterações no eixo terrestre, maremotos, erupções vulcânicas e terremotos.

A freqüência vibratoria do homem comum, descerá a níveis primitivos, instintivos e impulsivos de expressão; por um período breve mas intenso de tempo.
Em frente aos resabios de nossa natureza animal e instintiva se produzirá o inexorável quebrantamento de nossos códigos ético-morais, o que resultará em um caos em nossas convenções sociais, como por exemplo o conceito do casal como vínculo e a um nível macro, o rompimiento de relações e tratados internacionais, o desconhecimento de fronteiras, etc.

Como a natureza bipolar de todas as coisas, este período de escuridão e distorção servirá para que simultaneamente a humanidade seja preparada para ser responsiva a novos padrões de conduta e novas relações, graças à libertação de nossas carências e a livre expressão de nossos verdadeiros desejos, anseios e aspirações. Em definitiva, a chegada de um novo tempo em uma nova Terra.

“o ferrão de sua palavra lhes cairá em cima dos olhos
e do coração por todos os âmbitos do mundo.”

Perderão credibilidade todos os líderes, pois seus pensamentos e sentimentos não aparecem congruentes com suas palavras e ações ante seus povos. Todos os âmbitos e deveres estarão tomados por imagens carregadas de erotismo e sensualidade, desviando o ser humano de seus compromissos e lealdades.

“o pensamento durante a noite será pecado de noite
“o pensamento durante o dia será pecado de dia
“será a debilidade de vontade; dos halach uiniques, chefes, dos ah kines, sacerdotes de culto solar, dos ah bobat, profetas.
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A Profecia de Chilam Balam para o 9 Ahau Katun

Anuncia as primeiras alterações climáticas e
o eventual esfriamiento das zonas tropicais.

Começo do fim das religiões e crenças.

Purificação pelas águas.

Refere-se a Chichén-Itzá seus cenotes e rios subterrâneos, reservas de água que deveriam ser bem aproveitadas para a agricultura e o consumo humano. Anuncia mudanças no clima e dificuldades para precisar a data dos solsticios e dos equinoccios; grandes chuvas, inundações e fenômenos nunca dantes vistos, como possíveis nevascas no território do Mar das Caraíbas.

Será um tempo de libertação e purificação do corpo emocional da humanidade (no coletivo) e de cada um de nós (no individual); será o tempo da purificação pela Água.

“quando ca-kinchicul, sol-dois-signo governe”

Ombreira Galáctica Sol 2 Tensor das Forças.

“sac uacnal, branco-prominente será o rosto que “governe.”

A humanidade será conduzida da terceira para a quinta dimensão de consciência, a partir de um processo de limpeza e purificação (ação das águas) de seus corpos emocionais, individuais e coletivos.
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A Profecia de Chilam Balam para o 11 Ahau Katun

Anuncia a chegada dos Espanhóis a América no ano de 1492,

“…Os Barbudos…os rubicundos…”
nossos irmãos menores.

e a chegada da Hierarquia Espiritual e a Federação Galáctica, ao redor do ano 2012.

“…Os Brancos filhos do sol…”

Anuncia a chegada dos espanhóis a América e adverte a respeito da natureza cíclica dos acontecimentos. O que já tem sucedido, voltará a suceder. Por tanto, também anuncia a volta das Guias e Maestros da Humanidade e a exteriorización da Hierarquia Espiritual e a Federação Galáctica.

“Assenta-se o 11 Ahau Katún com o 13 Ahau Katún.”

Parece dizer que, ao se iniciar um Katún, se mistura com o ônus ou a energia do anterior, que neste caso séria o 13 Ahau Katún. Nas leituras e ensino-aprendizagem do Tzolkin, chegamos a saber que transportamos energias remanecentes desde um ciclo ou encarnação anterior.

Na verdade, o que esta dizendo é que na conta dos katuns:

• A contagem de 520 anos inicia-se em 24 de dezembro de 1492 com o 11 Ahau Katún e conclui-se com o 13 Ahau Katún que corre entre os anos de 1992 e 2012, que se inicia em 28 de abril de 1992 conforme ao calendário civil Haab e o gregoriano nosso; e conclui-se em 24 de dezembro do 2012 em um dia 13 Ahau.

• Que conforme à estrutura das profecias, divididas em primeira e segunda roda profética, se devem considerar 2 ciclos de 260 anos a cada um.

• E que as profecias para estes últimos 520 anos, estão escritas em uma lógica “alfa-omega”, onde o 11 Ahau Katún é a posição alfa ou princípio, e o 13 Ahau Katún é a posição omega ou de termo, o que em outras tradições se representa, por exemplo, com uma serpente se mordendo a fila, “a serpente ouroburo”.

• A cada Katún têm um assento ou lugar desde onde reinaria, lugar de seu trono, o lugar de onde exerceria seu domínio e influência, e que ao mesmo tempo lhe dava uma preeminencia e influência sobre todos os outros reinos. O 11 Ahau Katún, tem por assento a Ichcaanzihó, antigo nome da cidade de Mérida em Yucatán, México, lugar onde se consumou a conquista espanhola, sendo esta a razão pela que a conta dos Katuns para estas profecias se inicia com o do 11 Ahau Katún, que era o que regia para esse então.

“Ai, Entristeçamo-nos porque chegarão.
Do Oriente virão quando cheguem a esta terra, os barbudos,
os mensageiros do sinal da divinidade, os estrangeiros da
terra, os homens rubicundos.”

Anuncia a chegada dos Espanhóis a América em 1492.
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